quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

ISRAEL Y JAPÓN ESTRECHAN RELACIONES

Israel y Japón refuerzan sus relaciones



Después de décadas de distancia, Japón busca estrechar los lazos con Israel. El primer ministro japonés Shinzo Abe visitará Jerusalén a finales de este mes, ya que el comercio entre los países creció casi un 10% en 2014.
"En casi todo lugar del mundo, tal anuncio" - publicado en varios diarios japoneses - "habría sido objeto de incitación antisemita, pero en Japón, es algo parecido a un halago", señaló el rabino Mendi Sudakevich, un emisario de Jabad, nacido en Israel que se estableció en Tokio en el año 2000.
De hecho, el gobierno de Japón - impulsado por el sesgo general positivo de la población hacia los judíos - ha buscado activamente los lazos económicos más fuertes con Israel. Eso es especialmente cierto ahora que la dependencia de la nación durante décadas del petróleo árabe está disminuyendo, debido que el aumento de la producción de energía de Estados Unidos y de Japón redujo la dependencia de combustibles fósiles. Además, Japón invierte más en la producción de energía verde.
En 2014,
el comercio entre las dos naciones se incrementó en 9.3 por ciento a 1750 millones de dólares, según el Ministerio de Economía de Israel. Las relaciones más cálidas también produjeron varios memorandos conjuntos recientes sobre el aumento de la cooperación en la investigación, el comercio, el turismo e incluso la cooperación de seguridad - un área que los sucesivos gobiernos japoneses consideraban tabú por temor a que enfureciese a los países árabes ricos en petróleo.
La cooperación en seguridad con Israel se revela necesaria a la luz de la amenaza militar para Japón que implica Corea del Norte.
La Primavera Árabe de 2011 también cambió la opinión del Japón de la región en favor de Israel, de acuerdo con Naoki Maruyama, un profesor de historia en la Universidad Meiji Gakuin de Japón, quien opinó: "Con la región cayendo en el caos y luchas internas, Israel se destaca como excepción - y es un lugar en el que invertir".

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

CHINA E ISRAEL ESTÃO PRESTES A ASSINAR TRATADO DE LIVRE COMERCIO


CHINA NEGOCIA TRADADO DE LIBER COMERCIO CON ISRAEL


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

REUNIÃO ENTRE MERCOSUL E ALIANÇA DO PACÍFICO

Mercosul e Aliança do Pacífico buscam pontos de convergência

Reunião inédita entre os dois blocos aconteceu no Chile.
Objetivo é dinamizar o comércio na América Latina.

Da Reuters
Ministros das Relações Exteriores e do Comércio do Mercosul e da Aliança do Pacífico participaram de encontro no Chile (Foto: Vladmir Rodas/AFP)Ministros das Relações Exteriores e do Comércio do Mercosul e da Aliança do Pacífico participaram de encontro no Chile (Foto: Vladmir Rodas/AFP)
Os países do Mercosul e da Aliança do Pacífico buscaram nesta segunda-feira (24) acabar com algumas diferenças para tentar dinamizar o comércio dentro da América Latina e fortalecer sua presença global em meio a uma piora nas perspectivas econômicas mundiais.
Ministros das Relações Exteriores e do Comércio dos dois blocos participaram, ao lado de líderes empresariais e sindicais da América Latina, de uma reunião inédita em Santiago para falar sobre integração, num momento em que as negociações na região se encaminham praticamente para uma estagnação pelo terceiro ano seguido.
A Aliança do Pacífico - que promove a liberalização comercial - é integrada por Chile, México, Colômbia e Peru. O Mercosul, de perfil mais protecionista, é composto por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela e Bolívia.
A presidente chilena, Michelle Bachelet, anfitriã do encontro, tem entre suas prioridades integrar o Chile a outras iniciativas regionais. "Encontrar a convergência entre dois mecanismos de integração distintos, mas com objetivos similares, precisa ser uma realidade", disse na abertura do fórum. "Devemos deixar de lado de uma vez por todas esse preconceito de que há dois blocos contrapostos, que não dialogam entre si", acrescentou.
Devemos deixar de lado de uma vez por todas esse preconceito de que há dois blocos contrapostos, que não dialogam entre si"
Michelle Bachelet, presidente chilena
Juntos, o Mercosul e a Aliança do Pacífico representam mais de 80% do comércio exterior da região e mais de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) e do fluxo de investimento estrangeiro direto, segundo dados da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal).

Para os chanceleres reunidos, a chave é buscar pontos em comum entre os blocos e modalidades de acordos específicos em uma região que, apesar da crise internacional, tem conseguido relativa estabilidade e crescimento econômico.
"Esta é uma tentativa de ver de forma objetiva e concreta a possibilidade de convergência entre os países da região", disse o chanceler brasileiro, Luis Alberto Figueiredo. "Não estamos conversando para colocar pressões, mas sim para compreender muito melhor os caminhos e maneiras de fazer avançar esta ideia de todos nós de uma integração regional", acrescentou.
Ainda que as autoridades tenham admitido que é pouco realista esperar que depois da reunião sejam tomados os primeiros passos para uma convergência tarifária ou regulatória, os ministros afirmaram que há espaço para se conseguir avanços práticos em outras áreas.
Os chanceleres disseram que é possível convergir em temas como mobilidade entre pessoas, cooperação em saúde e infraestrutura, exportação de manufaturas e turismo, e também em áreas como energia, ciência, tecnologia e internacionalização de pequenas e médias empresas para melhorar a competitividade da região.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

FIGUERIEDO CONFIRMA PRESENÇA EM REUNIÃO ENTRE MERCOSUL E ALIANÇA DO PACÍFICO

Figueiredo confirma presença em reunião entre Aliança do Pacífico e Mercosul

O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, participará da reunião de sábado na cidade de Cartagena, na Colômbia, entre os chanceleres dos países da Aliança do Pacífico e do Mercosul.
Rio de Janeiro, 31 out (EFE).- O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, participará da reunião de sábado na cidade de Cartagena, na Colômbia, entre os chanceleres dos países da Aliança do Pacífico e do Mercosul.
O encontro, o primeiro em nível ministerial de aproximação entre os grupos, terá como objetivo “facilitar a troca de informações entre os dois blocos sobre os respectivos processos de integração”, segundo um comunicado divulgado nesta sexta-feira pelo Itamaraty.
De acordo com os dados oficiais do governo, a troca comercial entre os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela) e da Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, México e Peru) chegou a US$ 52 bilhões em 2012.
O fluxo de investimentos entre ambos blocos é igualmente expressivo, segundo o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.
Apenas o Brasil investiu no ano passado US$ 14,1 bilhões nos países da Aliança do Pacífico e recebeu dessas nações investimentos no valor de US$ 3,5 bilhões.
A convocação à reunião em Cartagena foi coordenada pelo governo da Argentina, a cargo neste semestre da presidência rotativa do Mercosul, e pelo México, que exerce papel similar na Aliança do Pacífico.
Segundo a chancelaria argentina, a reunião de sábado tem por objetivo iniciar um processo de consultas e troca de experiências sobre o desenvolvimento da integração que levam adiante ambos blocos. EFE
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Agência de Notícias Brasil-Árabe

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